Experiências gamísticas, DLC’s e um pouco mais

Fala, galera! Resolvi pegar um pouco do espaço do blog pra debater um dos meus hobbies favoritos: games! Dias atrás, finalmente, consegui ter tempo para poder jogar um pouco já que estudos e algumas coisas pessoais resolveram devorar o meu tempo livre. E o detalhe é que um dos projetos que eu estava mexendo pode me trazer esse tempo livre para os jogos de volta. Algo que eu sempre resolvi experimentar, semanas atrás eu botei em prática: edição de vídeos. Mas calma, não vou montar um vlog… ainda

Caso você resolva abraçar essa idéia, tenha em mente que um computador bom é o mínimo pra começar. O meu computador é algo realmente bom, eu mesmo montei e escolhi as peças 🙂 ! Mas, o cooler do processador já não estava lá essas coisas e como eu moro em Ribeirão Preto, que é 2ºC mais quente que o próprio inferno, isso não ajudou muito. Além do barulho alto, ele não conseguia manter o computador bem resfriado. Já tive umas reiniciadas durante uma partida de StarCraft 2 que tinham me desanimado. Aí a coisa ficou feia quando eu resolvi mexer com edição de vídeo. Foi fatal, a tela azul da morte apareceu e quando eu coloquei a mão sobre o gabinete eu vi que o computador tinha ficado muito, muito quente. Tava na hora de trocar o cooler ou poderia causar algum dano a minha máquina.

Procurei um monte de modelos, dos mais baratos até os mais caros. Até pensei em colocar um water cooler aqui, mas esses são bem salgados. Então qual uma solução que não seja tão nociva para o meu bolso e que resolveria de vez o meu problema? Depois de uma boa garimpada, achei o CoolerMaster V8. Esse nome não é a toa, o bicho parece um motor de um carro! Aí, foi só negociar o preço ideal e fechar o negócio.

Olha o tamanho disso!

Em poucos dias, o brinquedinho novo chegou. E ele é grande! A sorte foi que eu já tinha montado o PC em um gabinete full-tower de servidor, que são grandes, fáceis de mexer e bem mais em conta do que os gabinetes gamers que existem no mercado, basta saber procurar. A instalação (ah, como eu amo e odeio desmontar coisas!) é relativamente fácil. Acho que em uns 6 ou 7 passos para concluí-la, mas como eu resolvi fazer o procedimento cirúrgico eu demorei umas duas horas. E valeu a pena. Além de não fazer nada de barulho, já usei muito e nada de ferver o meu processador!! 😀

Depois que eu fechei meus projetos, pensei: hora de jogar. E lá vou eu brincar com minhas aquisições de natal do Steam e achei umas coisas que eu queria debater com vocês. Na verdade, é uma coisa só mas ela está em todo lugar e, em alguns casos, em grande quantidade: DLC’s. DLC, ou downloadable content, é algo que surgiu como uma praga nessa geração. Independente da plataforma, Wii, PC, Xbox 360 e Playstation 3, eles estão lá. Esses pacotes são conteúdos que adicionam ao jogo novas fases, itens, personagens, músicas, tudo! E isso, na maioria das vezes vem com um preço. Tudo pode ser comprado a parte. Mas entenda tudo, como tudo mesmo. Uma vez comentamos isso aqui, no DicasCast #1, que até o jogo Saints Row tinha um DLC que permitia que você usasse cheats no jogo. Sim, se você quiser trapacear, vai ter que pagar!

Eu sempre tive a idéia de que nunca iria comprar isso, pois na maioria das vezes é algo inútil ou que não vale o preço. Pra se ter uma idéia, um DLC pago pode custar de centavos de dólares até uma quantia que seja quase o valor de uma expansão, mesmo que não tenha tanto conteúdo quanto uma expansão de verdade. Você já pensou em desembolsar US$ 5 para poder adicionar um personagem novo em um jogo de luta? Bom, esse é o preço do Freddie Krueger no Mortal Kombat 9. Mas eu caí nessa armadilha…

Bom, não exatamente eu fui com o intuito de comprar um DLC. Se você conhece as promoções do Steam, sabe que os jogos lá tem o preço cortado para um valor atrativo. O mesmo vale para os DLC’s, principalmente se você compra o jogo com um pack de DLC’s na oferta. O preço de cada conteúdo adicional cai para centavos, aí vale a pena!

DLC, DLC... assim você me mata!

Na verdade, nem tudo valeu a pena. Em alguns casos, como em Borderlands, os DLCs foram novas missões, o que é muito bom. Já no Magicka, a maioria são robes para o maguinho, que talvez eu nunca use. Mas em ambos os casos, o jogo funciona muito bem com ou sem DLC. O problema é quando o jogo ocorre com dependência do conteúdo extra, o que faz virar um tremendo caça-níqueis.

E por falar em caça-níqueis, guardei pro final algo que uma certa empresa de jogos * cof * CAPCOM * cof * fez com seus últimos grandes lançamentos. Se você comprou o Street Fighter IV, pode experimentar um dos melhores jogos de luta já lançados. E o sucesso trouxe conteúdo adicional. Ah, mas pra quê lançar uma porrada de coisas novas como DLC? Eles resolveram lançar o jogo novamente, em uma outra versão com todo os adicionais. Aí vem o Super Street Fighter IV. Beleza, quem não comprou a versão não-super, pega essa versão melhorada. E quem comprou, que compre novamente. Trágico? Nem tanto se você pensar que tempos depois saiu mais uma versão, Super Street Fighter IV: Arcade Edition. E isso não se limitou só nessa franquia. Marvel vs Capcom 3 ganhou o Ultimate Marvel vs Capcom 3. Até mesmo o Resident Evil 5 ganhou uma versão nova, com extras, e uma outra com suporte ao Playstation Move. Patch pra quê, né?  Bom… vou esperar mais algum tempo para ver se sai alguma versão definitiva desses jogos antes de pegá-los hehe.

E você, costuma comprar DLC ou repudia essa idéia? Compartilhe nos comentários.